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“Crise no Estado: crise para quem?” assista a primeira da série de aulas cidadãs promovidas pelo CPERS/Sindicato

(CLIQUE AQUI e obtenha o material da aula cidadã em PDF)

(CLIQUE AQUI e assista a aula cidadã no canal da CTB Educação RS no Youtube)

A primeira da série de Aulas Cidadãs promovidas pelo CPERS/Sindicato é apresentada pelo presidente da AFOCEFE/Sindicato, Carlos De Martini Duarte, que nos dá o panorama real sobre a situação financeira do Rio Grande do Sul.

O governo Sartori, sob o pretexto de combater a crise financeira que assola o Rio Grande do Sul tem tentado implementar uma série de medidas extremamente duras contra o povo gaúcho.

Tal pacote de maldades tem como objetivo desmontar o Estado, precarizando totalmente o Serviço Público, mergulhando-o num caos absoluto para assim privatizá-lo, entregando-o à iniciativa privada.

Retirar funções da responsabilidade do Estado e entregá-las à iniciativa privada significa mover tais funções, de quem tem como objetivo cuidar das pessoas, e transferi-las para instituições, que têm como objetivo geração de lucro.

Não restam dúvidas de que é preciso enfrentar a crise, o que questionamos é a maneira utilizada para enfrentá-la. Entendemos que a crise não é de receita, até porque essa pode ser aumentada, desde que seja combatida a sonegação fiscal e reavaliados de maneira responsável os critérios de isenção fiscal com o quais algumas empresas têm sido beneficiadas.

Penalizar os funcionários públicos, parcelando seus salários, precariza ainda mais a qualidade de vida da população gaúcha, que necessita dos serviços públicos essenciais para o bom funcionamento do Estado, a saber: Saúde, Educação e Segurança.

As razões econômicas apresentadas pelo governo Sartori (PMDB) — já foram publicamente desmentidas pelo simples fato de o governo gastar praticamente o mesmo valor em publicidade nos veículos não-oficiais, e oferecer isenções fiscais para empresas que não trazem criação de empregos.

As justificativas do governo Sartori caem por terra, sem embasamento algum, mostrando sua verdadeira face: um governo obscurantista, retrógrado, perverso, autoritário, despótico e sobretudo incompetente.

Sem argumentos plausíveis e sem discussão séria, resta a certeza de que os verdadeiros motivos de suas decisões são motivos que vão de encontro não com o bem geral da sociedade gaúcha, mas sim com o benefício de alguns poucos privilegiados. Para a população gaúcha fica bem claro que não é crise, mas sim um projeto de governo.

O caminho neoliberal palmilhado pelo governo Sartori já foi tentado anteriormente durante o governo Britto (PMDB). Tal projeto fracassou, e enterrou o Rio Grande do Sul numa crise aguda, porque a dose do remédio acabou se tornando terrível veneno.

O governo Sartori (PMDB) segue a mesma lógica do governo golpista Temer (coincidentemente também do PMDB), o governo da “PEC do fim do mundo” (PEC241/55), da precarização das relações trabalhistas, e do total desrespeito pela democracia.

Assessoria de Comunicação Social
CTB Educação – RS

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